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Filosofia pós-moderna - Michel Foucault: A genealogia dos micropoderes

Desde crianças, adoramos os super-heróis. Torcemos por eles e esperamos que derrotem os vilões. São narrativas importantes em nossas vidas, e nos ajudam a assimilar noções de bem e mal, certo e errado. Em geral, nos identificamos também como o mais fraco, que desafia o poder do mais forte, como o tímido e fraco Clark Kent, que usa seus poderes secretos, como Superman, para derrotar Lex Luthor. Afinal de contas, também somos fracos e o mundo, tão cruel, que não custa imaginar que temos algum tipo de superpoder para enfrentar os vilões que aparecem pelo caminho.
Agora, imaginem a confusão de uma HQ (História em Quadrinhos) como Watchmen- cujo filme estreia em 2009 -, em que os super-heróis cuidam de sua própria vida, não têm mais uma "causa" pela qual lutar e, pior, alguns deles comportam-se como vilões! Escrita nos anos 80 por Alan Moore, o enredo é tipicamente pós-moderno. Em uma realidade fragmentada, com um cotidiano multifacetado e sem coesão, como agiriam os super-heróis? E como fica a questão do poder?
Para responder a essas perguntas, vamos conhecer um pouco do pensamento deMichel Foucault (1926-1984), um dos mais conhecidos e estudados filósofos franceses contemporâneos, sendo alinhado, por suas teorias, tanto entre os estruturalistas como entre os pós-estruturalistas ou pós-modernos. De sua obra, nos interessa discutir aqui apenas sua teoria do poder.

Poder no plural

Antes de Foucault, a teoria política concebia o poder como algo que uns tem, outros não, além de estar associado, mais comumente, à figura da Igreja ou do Estado. Toda teoria política clássica, de Maquiavel e os contratualistas (Hobbes, Locke eRousseau) até Marx, discutia-se como legitimar o poder de uns poucos sobre muitos, e assim, manter (ou subverter, no caso de Marx) a ordem social.
Foucault entende o poder não como um objeto natural, mas uma prática socialexpressa por um conjunto de relações. Temos que pensar o poder não como uma "coisa" que uns tem e outros não, como, por exemplo, o pai e o filho, o rei e seus súditos, o presidente e seus governados, etc., mas como uma relação que se exerce, que opera entre os pares: o filho que negocia com o pai, os súditos que reivindicam ao rei, os governados que usam dispositivos legais para fiscalizar o presidente, etc.
Deste ponto de vista, poder não se restringe ao governo, mas espalha-se pela sociedade em um conjunto de práticas, a maioria delas essencial à manutenção do Estado. O poder é uma espécie de rede formada por mecanismos e dispositivos que se espraiam por todo cotidiano - uma rede da qual ninguém pode escapar. Ele molda nossos comportamentos, atitudes e discursos.
Para descobrir como o poder funciona, Foucault vai usar o método genealógico, empregado por Nietzsche para contar a "história secreta" dos valores (ver o texto"Filosofia pós-moderna - Nietzsche"). Vamos ver alguns exemplos disso.

Corpos dóceis

Uma manifestação externa desses poderes que Foucault analisa diz respeito aos seus efeitos sobre nossos corpos, que ele chama de poder disciplinar e que caracterizou determinadas sociedades no século 20.
Foucault argumenta que nenhum poder que fosse somente repressor poderia se sustentar por muito tempo, porque uma hora as pessoas iriam se rebelar. Portanto, seu segredo é que, ao mesmo tempo em que reprime, gera conhecimento e corpos produtivos para o trabalho.
Era comum, e ainda é nos dias atuais, encontrarmos pátios escolares em que se formam filas com crianças para entrar nas salas de aula. Depois, na sala de aula, era preciso que as crianças controlassem suas vontades corporais (fome, vontade de fazer xixi, etc.) até que tocasse o sinal. Este é um exemplo da domesticação de corpos de que fala o filósofo.
Mais tarde, na Igreja, no Exército e nas fábricas, esse indivíduo viveria a mesma rotina de adestramento corporal. O objetivo? Segundo Foucault, maximizar a utilidade econômica de nossos corpos, para o trabalho, e diminuir a força política e criativa, de contestação, que temos também, criaturas cheias de desejos que somos.
Afinal de contas, imagine o que seria de uma sociedade, livre de mecanismos de poder, em que quiséssemos trabalhar ou estudar na hora em que desse na telha e resolvêssemos passar a maior parte do nosso tempo namorando, jogando futebol ou simplesmente não fazendo nada? E, para dar o exemplo para aqueles que são considerados corpos improdutivos para a sociedade, diz Foucault, foram criados asilos para os loucos e prisões para os ladrões. Desse encarceramento surgem áreas de conhecimento como a psiquiatria e a criminologia.

Resistências locais

O ponto em que a teoria de poder de Foucault converge com o pós-modernismo é que, da mesma maneira que lidamos com o fim das visões totalizantes de mundo, o poder também se pulveriza em micropoderes. E, consequentemente, a resistência aos poderes passa a ser local, em ações cada vez mais regionalizadas.
Não adianta investir contra o Estado, achando que ele é a causa de todos os males. Ele é apenas uma das representações desse poder que se exerce em uma série de mecanismos, que reproduzimos todos os dias sem ao menos nos darmos conta disso. Por exemplo, quando tratamos com autoritarismo nossos filhos, namoradas ou pais.
E onde Foucault identifica estes focos de resistências locais aos poderes? Nos movimentos ativistas pelos direitos humanos, além de gays, negros, feministas, ecologistas e outras minorias que se organizaram como pólos de contra-poder, principalmente a partir da década de 1960, quando emerge o pós-modernismo.
Neste nosso mundo pós-moderno, fica cada dia mais difícil saber quem é o vilão e quem é o mocinho. Os super-heróis estão cada vez mais humanos. Ou, como diria Nietzsche, demasiadamente humanos.
José Renato Salatiel, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação é jornalista e professor universitário.

Bibliografia

  • FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. São Paulo: Editora Graal, 2007.


Como ser uma Estudante e ter Comunhão com Deus?

orando

Para começar o nosso papo de hoje, eu quero te fazer uma pergunta: qual o significado da palavra “comunhão”? Procurar o significado das palavras, quando você estiver lendo a Bíblia, é uma opção muito válida para quem quer entender de fato o que determinado versículo quer dizer e se envolver ainda mais na Palavra de Deus. Então sempre quando possível, tenha um dicionário por perto em seus momentos com Deus,ok? Mas voltando ao que estávamos falando: a palavra comunhão quer dizer: ‘ato de realizar ou desenvolver alguma coisa em conjunto’.
No mundo espiritual não é diferente! Se você quer ter comunhão com Deus, você deve desenvolver essa comunhão! É igual o nosso relacionamento! Vocês se lembram quando começamos com os posts do ‘Estudante Blindada’ aqui no blog? Foi bem no começo do ano!! E olha só nós aqui! Nem nos conhecemos pessoalmente, algumas mais visíveis nas redes sociais! Mas todas parecem ser tão próximas à mim! Tão íntimas! Quando conversamos por aqui, sinto-me como num sofá bem confortável com vocês!! Papo de amiga 😉 Mas nem sempre foi assim! A cada semana tivemos que investir em nossa comunhão! Todos os sábados conversamos um pouquinho e hoje parece que nos conhecemos a séculos!! Com Deus é a mesma coisa! Você não terá um baita relacionamento com Ele da noite para o dia! Você deve investir! Você deve desenvolver esse relacionamento, a cada dia, a cada momento… Mas algo que você deve entender é que esse relacionamento não deve ser dependente do seu humor ou das suas vontades! Pelo contrário! Deve depender da sua consciência, em optar em fazer o que é certo! Você, por muitas vezes, não terá vontade de ter seus momentos com Deus, ou sentirá como se não tivesse forças para falar com Ele, mas você terá que decidir falar! Terá que decidir fazer o que é certo, com vontade ou não!
Para te ajudar, coloquei aqui abaixo uma listinha do que fazer para se ter uma comunhão com Deus. “Ah Quel, sem chances!! Você não me conhece! Meu dia é uma loucura!!”. Então! Mas assim como foi opção sua vir aqui no blog e ler esse post, será opção sua querer se dedicar a sua comunhão com Deus! Não se esqueça daquele velho conselho que te dou há alguns meses: Não dependa da sua vontade para ir e fazer o que é certo! Simplesmente vai lá e faça!!
Bora?
1. Orar. Quando você acordar, faça uma oração. Não uma oração repetida, uma oração mecânica, pacata. Não!! Mas faça uma oração sincera! Deus valoriza isso, sabia? Se você não estiver com a mínima vontade de orar, seja sincera! Fale: “Olha meu Deus, por mim nem orando eu estaria, mas eu quero ter comunhão com o Senhor! Então me ajude, por favor! Tenha misericórdia de mim!”. O segredo é a sinceridade, acredite! E se um dia você acordar mega atrasada, saiba que a culpa foi sua!! Deus não tem nada a ver com isso! O erro de muitas (e eu me incluo nessa, porque por muito tempo errei nisso também) é pensar que ‘Deus entende’. Sim! Ele entende! Mas Ele não é bobo! Amiga, Deus não precisa de você! Entenda isso!! Nós é que precisamos DEle! Acordou atrasada? Que pena! Dobre seus joelhos e mostre para Deus que lugar ele ocupa na sua vida! Acho que em plena lua de mel você não deixaria de falar com seu esposo pela manhã quando acordasse né? (Mesmo atrasada!!) Ore! Os seus joelhos no chão diante de Deus te fazem ficar de pé diante dos seus problemas! E isso é fato!
2. Leia a Bíblia. Aí você me diz: “Oi? Quel, você não está entendendo!! Não tenho tempo para ler a biblia!! Você não entendeu o que eu disse? Eu não tenho tempo!”. Olha amiga, o tempo é você quem faz! Eu também tenho uma semana mega corrida! Entendo você! Também estudo, tenho minhas responsabilidades na igreja, tenho minha casa, uma família… Mas essas justificativas não são desculpas! Se atente ao que eu estou falando para você! Eu tive uma experiência a pouco tempo atrás, e sei do que eu estou falando! Estava me sentindo um pouco sem forças, sem animo, meio assim sei lá, estranha, sabe? Eram sintomas da minha falta de comunhão com Deus! Aí você me pergunta: “Mas Quel, você não orava?”. Sim!! Orava! Mas a minha oração era o meu falar com Deus, já o falar com Deus para comigo é por meio da Sua palavra. A Bíblia é a boca de Deus aqui na terra! E eu me queixava de não estar mais ouvindo a voz de Deus, mas também! Quando eu abria a Bíblia para meditar? E ah!! Se você está pensando que você lê a Bíblia quando vai à igreja, me desculpe! Mas esses momentos não contam! Você deve ter o seu momento com Deus! Apenas você e Ele! E quando você for a igreja, preste atenção na palavra! Guarde o que foi falado! O diabo sabe que a palavra de Deus é vida, porque está escrito isso! Então o que ele faz? Vai e rouba a palavra de dentro de você! E o mais incrível é que por muitas vezes ele faz isso antes mesmo de acabar uma reunião! Quantas foram às vezes que acabando uma reunião eu perguntei para uma pessoa: “Escuta, o que foi pregado hoje?”. Aí ela com a maior cara de preocupação me fala: “Não, calma! Não fala! Eu sei! Calma aí! Eu vou lembrar!”, e passam-se minutos e mais minutos e ela não lembra! Por que? Pelo simples fato dela não ter guardado a palavra de Deus dentro dela! Na hora ela até entendeu e achou muito forte! Mas foi só uma emoção! Ela não guardou aquela palavra! Então quando as lutas vierem, onde estará o escudo dessa pessoa para se livrar dos dardos inflamados do diabo? Ela não terá escudo nenhum, e provavelmente naufragará na fé! Esta desanimada? Triste? E se sentindo meio assim, sei lá? Você está vazia da palavra! Existem tantas palavras para te animar na Bíblia! Não apenas leia, mas medite! Tenha um espaço na sua agenda e coloque todos os versículos que você julga ser importante! Quando vierem os dardos inflamados do diabo você terá como se defender Ah!! E antes que eu me esqueça! É bem provável que quando você começa a ler a Bíblia, te dá um sono absurdo! Seus olhos pesam de uma forma inacreditável!! Sim ou não? (Rs sério!! Por que o Diabo usa a mesma estratégia com todos, né?). A minha dica para você é: antes de ler a Bíblia, ore! Unja os seus olhos e se preciso for leia a Bíblia de pé! Sim! Amiga, estamos em uma guerra! Se o sono te persegue, seja mais forte (e esperta) que ele! Saiba o por que você está lendo a Bíblia! Não leia por ler! Leia meditando em cada palavra! Deus certamente tem muito o que falar com você 😉
3. Vá à igreja. Isso é muito importante! Logicamente que a sua comunhão com Deus não depende de pastor, igreja, nada disso!! Depende da sua fé! Porém, é muito importante que vivamos em comunhão com aqueles que têm a mesma fé que a nossa! Amiga, para você que busca ter comunhão com Deus é interessante você ir três dias principais na igreja: quarta-feira, sexta-feira e domingo. Caso você esteja pensando: “Ah, tá!! Sonho meu ir esses dias na igreja! Impossível, Quel!! Impossível! Eu estudo, faço curso, faculdade, eu trabalho! Enfim! Não dá!”. Ok! Não por isso você deixara de fazer a sua reunião na sua casa, dentro do seu quarto! Ore a Deus, busque o Espírito Santo, faça uma oração forte na sua cabeça! Manifeste a sua fé!! Reaja!!!
4. Pensamentos. Esteja conectada com Deus 24 horas! Tenha Deus como seu amigo, tenha o hábito de conversar com ele em seus pensamentos durante todo o dia, não apenas quando você estiver passando por problemas! Você não acha que procura-Lo só em meio às lutas soa como uma atitude um pouco interesseira da sua parte? Comente com Deus sobre os seus dilemas, sobre as pessoas! Conte para ele sobre seus sonhos, planos, medos! E uma dica muito boa é a seguinte: o diabo pode até escutar o que sai da sua boca, mas ele nunca conseguirá saber o que passa em seus pensamentos! Conte seus segredos para Deus! Esteja conectada com Ele!! Ele é o melhor ouvinte que eu conheço na vida!! Sério!
5. Propósitos de fé. Um dia estava eu conversando com uma amiga e ela me disse algo que nunca mais irei esquecer: “Quel, manifeste sua fé sobrenatural nas coisas naturais!”. E isso é muito verdade! Vamos supor que você se queixa que parece que Deus não ouve as suas orações! Sabe o que você pode fazer? Manifestar a sua fé! Pegue uma cadeira coloque dentro do seu quarto, feche a porte e coloque-se de joelhos diante dessa cadeira. Peça para que Deus se sente na cadeira. Amiga, se você tiver fé no que você está fazendo, ele certamente se sentará! E fale com Deus! Humilhe-se! Peça misericórdia! E quando terminar a oração creia que Deus a ouviu! Pare de dar ouvidos às palavras de dúvida que o diabo coloca na sua mente! Deus prometeu em sua palavra que estaria com você todos os dias da sua vida! Ele disse na sua palavra que Ele é quem nos escolheu! Disse que somos mais que vencedores! Disse que Ele venceu o mundo! Disse que poderíamos fazer o que Ele fez e coisas ainda maiores!! Poxa! Olha só quantas palavras de vida! Mas o que acontece? Você prefere ouvir as palavras de dúvida e de morte que o diabo te fala! Alimente-se da palavra de Deus amiga! Suas dúvidas morrerão de fome!
6. Não tenha comunhão com o mundo. Na Bíblia diz que não há a possibilidade de ter comunhão com dois senhores! Se você quer viver nesse mundo, fazer o que esse mundo prega, andar com más companhias, falar palavrões, mentir, enfim! Fazer tudo aquilo que desagrada a Deus, você nunca terá comunhão com Ele! Tudo isso parece um pouco radical demais? Bom, Jesus nunca disse que o caminho seria largo! Pelo contrário!! Deixou bem claro que a porta é estreita! Entra quem quer e quem tiver fé! A escolha é sua!
Tudo isso que foi colocado acima é uma receita! Segue quem quiser! Posso dizer que o resultado é excelente, porém não é fácil! Para colocar tudo isso em pratica, você deve ter algo chamado disposição! É como eu falar para você: “Estude!! Para passar no vestibular você tem que estudar!”. Não é fácil, concorda? Mas é possível! O mesmo acontece com sua comunhão com Deus! No começo é muito mais difícil! Você começa a se relacionar com um Ser que você não conhece… Mas se você estiver disposta a desenvolver esse relacionamento, logo menos poderá dizer que tem comunhão com Deus! E isso, sinceramente, é algo maravilhoso!!!
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Nos vemos por aí, ou por aqui!
Quel Delatorre


Fonte : Estudante Blindada

ENEM 2015: Os temas de atualidades que podem cair na prova

Professores indicam os temas mais prováveis de estarem presentes na prova

Thais Matos | 13/10/2015 17h 12
Quantas vezes você abriu um jornal ou uma revista no último ano? E quantas ouviu o famoso “boa noite” do William Bonner? Abriu algum site gringo ou mesmo brasileiro de vídeos e reportagens interativas? Quantas notícias você viu no feed, leu, se indignou e fez textão no facebook? Se você fez alguma dessas coisas esse ano, pode ficar feliz, pois elas vão te ajudar a fazer a prova do Enem.


Os assuntos de atualidades estão cada vez mais presentes nas provas de vestibular. No Enem, a interdisciplinaridade das questões de Ciências Humanas e suas Tecnologias abrem ainda mais espaço para esses temas em relação aos vestibulares tradicionais. Por isso, saber atualidades para o Enem tornou-se fundamental. E para ajudar você a se preparar para a prova, a gente dá dicas de como as grandes temáticas atuais podem cair no Enem e quais os assuntos mais quentes, para você ficar ligado.

Como as atualidades caem na Enem
Os assuntos de atualidades podem aparecer na prova de duas maneiras:
1 – nas questões de Ciências Humanas e suas tecnologias

2 – na redação

Segundo o editor de atualidades, história e geografia do Guia do Estudante, Fábio Sasaki, “uma das características do Enem é elaborar questões que exijam do aluno a capacidade de relacionar assuntos específicos com grandes temas transversais”. Dificilmente a prova vai cobrar informações muito específicas, como datas exatas ou nome e número de pessoas envolvidas em cada acontecimento. A questão vai partir do evento pontual para analisar sua conjuntura. Sendo assim, é importantíssimo saber o contexto e os desdobramentos de cada tema.

Na redação, essa capacidade de entendimento e raciocínio do todo é ainda mais necessária. Os temas da redação exigem do aluno um posicionamento e o estudante só conseguirá desenvolver bem seus argumentos se tiver lido muito e formado um senso crítico em relação ao assunto.

Contextualizando os fatos das atualidades
O professor Rui Calaresi, do Cursinho da Poli, formulou um abecedário que ilustra o que é na prática o contexto dos fatos em atualidades:

a) as causas do conflito ou do acordo em jogo: são de ordem econômica, histórico- cultural, política.

b) quem são seus personagens principais (nações, blocos de nações, organizações terroristas).

c) os desdobramentos de ordem local e global destes eventos e seus impactos na ordenação de poder nestas escalas. 

d) os aspectos éticos, morais, humanitários que envolvem estes temas.



Como estudar para o Enem
O professor Roberto Candelori dá aula de ética e cidadania do Colégio Móbile e deixa a dica: o segredo é acompanhar o noticiário durante todo o ano. Ele começa a trabalhar esses temas com seus alunos no início do ano letivo e cria com eles uma agenda.
Mas se você não fez isso, ainda há tempo. A sugestão do professor é ler dois ou três artigos mais consolidados sobre os temas.

Reportagens densas e que buscam analisar e explicar cada fenômeno são boas para fazer com que o aluno tenha contato com o grosso dos fatos e também com as conexões que podem sair deles. 

Possíveis temas para a prova
Com a ajuda dos professores e do nosso editor de atualidades, montamos uma lista com os temas mais prováveis para estarem no Enem desse ano:

Meio ambiente

O uso das novas tecnologias na exploração dos recursos naturais para geração de energia e agropecuária, e seus impactos ambientais, sociais e territoriais. O lixo também pode ser abordado na prova, sob a ótica do consumo, desperdício e reciclagem. 

Direitos Humanos
No campo da luta por direitos destacam-se os movimentos sociais ligados às questões étnico-raciais, gênero, LGBT, trabalho análogo à escravidão e direitos da criança. 

Globalização
Diversos fenômenos atuais podem ser abordados sob o guarda-chuvinha da globalização, como a migração, o modo produção chinês e sua influência mundial, o tráfico internacional de drogas e a crise econômica.

Geopolítica
Outra temática de atualidades se refere aos conflitos de ordem geopolítica e geoeconômica e seus desdobramentos territoriais como as migrações e as guerras civis. Entre os assuntos que mais pipocaram esse ano, estão: a retomada de relações entre Cuba e EUA, a guerra civil na Síria, a crise de refugiados, a atuação do Estado Islâmico, o acordo nucelar e a crise grega.


Matemática Básica - Aula 26 - Porcentagem (parte 1)

Professor Maravilhoso !!!

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